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Universidade de Santiago abre mestrado em Enfermagem de Saúde Materno-Infantil

A Universidade de Santiago (US), em parceria com o Instituto Politécnico de Leiria (IPL), realizou a abertura oficial do mestrado em Enfermagem de Saúde Materno-Infantil, cujo objetivo é promover e aperfeiçoar as competências técnico-científicas dos profissionais no setor.

O evento iniciou-se com uma conferência inaugural intitulada “O paradigma da intersecionalidade e a questão do género”, proferida pela Subdiretora da Escola Superior de Saúde do IPL, Carolina Henriques. Esta dirigente falou sobre o empoderamento da mulher e assegurou que espera que este mestrado ajudará os profissionais a trabalharem junto das mulheres, no sentido de ajudá-las a tornarem-se mais empoderadas para assumirem os desafios.

De seguida, a Chefe do Departamento de Ciências da Saúde, Ambiente e Tecnologias da US, Marcília Fernandes, proferiu algumas palavras indicando a importância deste mestrado para o trabalho dos enfermeiros. Fernandes apontou os vários problemas de saúde a nível materno-infantil, garantindo que este mestrado irá habilitar os estudantes para implementar medidas de humanização do trabalho de parto, melhorar no atendimento da gestante, puérpera, recém-nascido e família, a fim de reduzir a mortalidade materna e infantil.

Por sua vez, o Presidente do IPL, Rui Pedrosa, começou por agradecer a todos os envolvidos neste desafio, assegurando que a parceria entre as duas instituições é profícua. Este dirigente falou sobre o ensino, assegurando que é necessário que este gere impacto social. Falou ainda da cooperação no complemento do curso de licenciatura em Enfermagem e da mobilidade de estudantes do IPL e da US. “A relação de mobilidade é prioridade”, disse, assegurando que a lecionação deste mestrado será em conjunto e vai gerar oportunidades para os profissionais fazerem o estágio no IPL.

O Magnífico Reitor da US, Gabriel Fernandes, durante o seu discurso falou também sobre a importância do conhecimento, afirmando que “é fundamental que saibamos agregar valor ao conhecimento. O conhecimento é motor do desenvolvimento, mas devemos pô-lo ao serviço do desenvolvimento social sustentável”.

Pronunciou-se ainda sobre a dignificação da mulher e do seu empoderamento, e terminou agradecendo aos dirigentes do IPL pela colaboração na montagem deste mestrado e pelas outras parcerias.

O Reitor mencionou as diversas atividades desenvolvidas nas comunidades pelo curso de Enfermagem, apelando aos mestrandos para também participarem nas atividades nas comunidades.

De salientar que o mestrado em Enfermagem de Saúde Materno-Infantil arranca, neste mês de dezembro, com cerca de 40 alunos.

 

Andreia Pereira

Projeto Clínica Comunitária

O projeto Clínica Comunitária visa proporcionar serviços de saúde ligados à Enfermagem, Nutrição e Psicologia a toda a comunidade Universitária bem como o encaminhamento para outros especialistas, de acordo às necessidades, além de desenvolver atividades de educação para a saúde e oferecer serviços de orientação e aconselhamento em temas relacionado com a saúde.

Os diferentes serviços serão prestados pelos Especialista colaboradores da Universidade assistido por alunos dos cursos de Enfermagem e Nutrição e Qualidade Alimentar, com marcação prévia junto aos responsáveis dos serviços e ao aluno supervisor do laboratório de Enfermagem.

Abertura oficial do mestrado em Enfermagem de Saúde Materno-Infantil

A Universidade de Santiago (US), em parceria com o Instituto Politécnico de Leiria (IPL), vai realizar no dia 9 de dezembro, segunda-feira, a abertura oficial do mestrado em Enfermagem de Saúde Materno-Infantil. O evento decorrerá no Campus da Praia, a partir das 15 horas.
Participe!

Universidade de Santiago realiza Jornada de Promoção da Saúde Mental

No âmbito do projeto “Clínica Comunitária”, o curso de Enfermagem da Universidade de Santiago realizou, no Campus de Bolanha, uma “Jornada de Promoção da Saúde Mental na US”.

Foram implementadas várias atividades no sentido de promover uma maior consciencialização sobre a importância do bem-estar e saúde emocional. Foram instaladas algumas bancas, como a de exposição de diferentes sinais que sugerem desequilíbrio emocional e estratégias para promover mais saúde mental e a de modelagem de diferentes técnicas de relaxamento passíveis de serem realizadas em casa.

Para a aluna do 1º ano do curso de Enfermagem, Jennifer Fernandes, que esteve nesta banca, o evento foi muito satisfatório e com muita adesão por parte dos alunos. “A minha banca é a de relaxamento das pessoas que estão estressadas, com problemas emocionais; mostramos as técnicas que ajudam no relaxamento, sem estresse. Fizemos massagem, que é uma das formas de acabar com problemas, e aconselhamos a manter sempre pensamentos positivos”.

Fez-se, ainda, a sensibilização sobre a prevenção do VIH-Sida, com intervenções direcionadas à divulgação de informações relativas ao contágio e formas de prevenção, bem como ações que promovam maior perceção do risco.

O aluno Keven Monteiro, 4º ano do curso de Enfermagem, é um dos participantes na banca de aconselhamento sobre a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis, sobre saúde reprodutiva, entre outros.

“Decorreu muito bem, houve boa adesão dos alunos. É uma satisfação enorme vermos os alunos abertos, à procura de informações que normalmente consideram como um mito na sociedade. Assim, podemos ter mais tempo de intervir, da melhor forma possível, na comunidade, de modo a aconselhar as pessoas a terem mais cuidado, relativamente à contaminação com as doenças DST e evitarem a gravidez indesejada”, afirmou.

Realizou-se, também, uma conversa aberta com estudantes e colaboradores de diferentes pontos focais da Universidade, abordando questões sobre gestão de emoções e conflitos. Fez-se entrevista à comunidade universitária para recolher informações e impressões sobre a saúde mental e doença mental, no sentido de orientar futuras intervenções. Ainda no âmbito da mesma jornada, realizaram-se ações de prevenção às ITS-SIDA e um jornal de parede ilustrativo de ITS mais comuns.

De acordo com a psicóloga Evelyse Mette, o evento teve um balanço positivo, na medida em que “conseguiu-se mobilizar um número significativo de estudantes para as bancas informativas, conseguiu-se envolver alguns colaboradores, os quais mostraram interesse pelas informações, formularam perguntas, participaram nas dinâmicas, de forma aberta. E isso é sinal de que conseguimos promover o interesse, chamar a atenção dos estudantes sobre este aspeto tão importante da saúde humana, que é a saúde mental”.

O evento contou com a participação ativa dos estudantes, como os próprios promotores da saúde. “Estamos falando de alunos de 1º, 2º e 4º anos de Enfermagem que mostraram engajamento total, desde a organização da jornada. Isto é sumamente importante, pois, sabemos dos benefícios e da pertinência da Promoção-Par nas intervenções sociocomunitárias, facilitando a transmissão de informações e mudanças de atitudes”, assegurou Evelyse Mette.

Entretanto, a especialista afirmou que os desafios continuam e que “há que continuar insistentemente com as ações de sensibilização, envolvendo os alunos e colaboradores de outros cursos neste labor, seja como promotores ou beneficiários, e fazer da saúde mental uma cultura na nossa comunidade”.

 

Andreia Pereira

 

“O populismo é uma ameaça, põe em causa a democracia representativa”

Sob o título “A Ascensão do Populismo no Cenário Político Europeu”, realizou-se na Universidade de Santiago uma conferência que esteve a cargo do professor da Universidade Lusófona de Lisboa, Doutor José Filipe Pinto.

Durante a sua explanação, o professor procurou explicar o quê que a comunidade científica entende por populismo, falou da sua definição do populismo e propôs debater sobre o peso do populismo na união europeia e esclarecer se ele representa uma ameaça ou uma oportunidade.

Na lógica do especialista, “o populismo representa uma forma de articulação do discurso visando a luta pela hegemonia, concebida prioritariamente na dimensão política”.

Segundo o José Filipe Pinto, a imperfeição da democracia é o resultado do populismo. “A democracia nunca será perfeita. Apesar de haver 20 democracias, são quase 19 democracias no mundo que são consideradas perfeitas. A democracia não tem quem a defenda. Ela é que se deve defender. E a democracia nunca é um dado adquirido, o que quer dizer que a ela é uma flor que se precisa regar todos os dias.

O professor acrescentou que será necessário “um governante fazer cada ato, como se daquele ato dependesse o futuro da humanidade. E acontece que nós estamos habituados a que muitos daqueles que chegam à cadeira do poder não respeitam o desejo e a vontade da promessa que os levaram lá”.

Questionado sobre a importância de trazer este tema para uma academia, Pinto respondeu que é muito relevante, porque a universidade não serve apenas para cumprir aquelas que foram tradicionalmente suas funções.

“Há uma quarta missão da universidade. Essa missão é teorizar o globalismo em que nós vivemos e o populismo é uma das marcas desse globalismo, o que significa que o globalismo é o cisne negro de carro pobre; significa que todos os cisnes são brancos. Só que, de repente, aparece um negro. Ao aparecer esse negro, é importante percebermos porquê que apareceu esse negro e o quê que ele tem de subjacente. Essa é a missão da universidade.

E acrescentou: “o importante é percebermos que hoje a circunstância não é o momento populista, como eu disse. Mas é uma fase em que o populismo tomou conta parcialmente da agenda europeia e, por isso mesmo, a universidade não pode passar ao lado desta temática,

porque é à universidade que cabe encontrar respostas não provisórias (que serão imperfeitas) mas que resultam de investigação, porque o grande mal é ficarmos presos ao senso comum, a formas preconceituosas que verdadeiramente não permitem conhecer a realidade”.

“Cabe à universidade alertar a sociedade civil, desmistificar o que é o populismo, e explicar que esta é uma luta em que a universidade tem de estar empenhada, porque não é uma luta igual a uma luta que corresponde a criar falsas ilusões”.

Portanto, o professor termina afirmando que o populismo é uma ameaça, põe em causa a democracia representativa e faz a apologia da democracia iliberal e, por isso mesmo, considera: populismo é um fenómeno.

 

Andreia Pereira

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