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Webinar - "Património Cultural Como Fator Impulsionador Do Turismo No Contexto Pós Covid19, Caso Da Região Santiago Norte”, em debate na Universidade de Santiago

O curso de Gestão de Hotelaria e Turismo da Universidade de Santiago realizou uma Palestra intitulada “Património Cultural como Fator Impulsionador do Turismo no Contexto Pós Covid19 - Caso da Região Santiago Norte”. O evento foi ministrado pelo Presidente do Instituto do Património Cultural, Jair Fernandes, e teve como objetivo fazer uma reflexão sobre a importância do património no cenário do turismo nacional no contexto pós covid-19.

Para melhor enquadramento do tema, o orador começou com a apresentação do estudo do diagnóstico de valorização do património cultural no âmbito turístico, falando sobre o património material e de museus na Região de Santiago Norte.

De acordo com Jair Fernandes, para se falar do seguimento do turismo cultural levou-se em consideração três aspetos para a análise do potencial da ilha de Santiago enquanto produto turístico-cultural: a relevância do turista “dentro deste parâmetro foi considerada a relevância do elemento cultural, bem como as condições para o uso e aproveitamento do bem cultural”; um outro ponto é o estado de manutenção “o turismo pode prejudicar o património, portanto, o possível impacto desse setor nos bens culturais também valorizado”; e o último ponto é a acessibilidade “um produto turístico deve estar acessível ao turista”, afirmou.

Jair afirmou que, em articulação com as Câmaras Municipais e as Direções Gerais do Turismo, criaram-se sete rotas turísticas na Região Santiago Norte. “Todas as rotas devem ser circulares, de partida e de chegada à Praia,” declarou.

Seguidamente, passou a fazer uma análise da demanda turística em Cabo Verde em 2018, tendo destacado as ilhas de Sal e Boavista com mais visitantes e a ilha de Santiago com menor número de visitantes.

O orador concluiu a sua apresentação afirmando que o produto de turismo cultural é composto de um conjunto de recursos culturais e uma oferta de serviços turísticos complementares. “Portanto, é necessário converter previamente recursos culturais em recursos turísticos, para os quais é necessário adaptar o recurso cultural para que este possa ter uso turístico o que implica aprimoramento de recurso e o desenvolvimento de experiências turísticas a partir de seu conteúdo”.

Acrescentou, ainda, que, do mesmo modo, um produto turístico deve ser projetado para atender às expetativas de demanda de lazer e recreação, pelo que, é necessário incorporar uma oferta turística complementar e uma infraestrutura equipamentos urbanos que atendam a essa necessidade. A duração máxima de cada rota não deve ser superior a 6 horas.

O evento encerrou com o agradecimento da Coordenadora do Curso de Gestão de Hotelaria e Turismo da Universidade de Santiago, Mirian Semedo agradeceu ao convidado e aos presentes pela participação no evento.

 

Andreia Pereira

Webinar: Universidade de Santiago acolhe a IV Edição do “Café Com Gestores”

O Curso de Gestão de Empresas da US realizou a IV Edição do "Café com Gestores", sob o tema: Gestão no Setor Bancário: Especificidades, práticas, e desafios. O evento esteve a cargo do economista, Dr. Félix Moniz Delgado, ex-aluno da US, com experiências de gestão no setor bancário e, atualmente quadro do Ministério das Finanças.

O orador iniciou o evento falando do funcionamento do sistema financeiro. Passando, posteriormente, a falar sobre a especificidade dos bancos. Félix falou do modus operandi dos bancos, salientando que estes, no exercício da sua atividade, enfrentam o trade-off básico entre o satisfazer os compromissos de conceder empréstimos ou reduzir a flexibilidade para aumentar a liquidez dos seus ativos. Ou seja, “se os bancos adotarem uma postura “agressiva” em relação ao risco, não privilegiando a liquidez e aumentando o descasamento entre ativos e passivos, deverão obter maiores margens de lucro e vice-versa.

O orador realçou que, no contexto bancário, existe o risco e que este pode sair de uma situação previsível ou não “o risco é a probabilidade de perda”. Neste caso, assegurou que recorre-se a estratégias ações e os instrumentos para a gestão de risco. Acrescentou, ainda, que existem três tipos de riscos bancários quias sejam: financeiros, não financeiros e outros riscos.

Félix finalizou assegurando que, o contexto da pandemia trouxe uma situação nova para o setor bancário, tendo em conta o choque simultâneo, tanto do lado da procura global da economia como do lado da oferta global da economia.

Daí que, esta situação constitui um desafio a nível do contexto económico especificamente a nível do setor bancário. Portanto, o orador afirmou que os bancos terão que enfrentar alguns desafios perante o contexto do Covid-19, tais como: melhorar a rentabilidades, reduzir o stock de créditos Malprado (NPL); desfazer dos imoveis conseguidos no Processo Contencioso; revisão do modelo de negócio, intensificação de formação para colaboradores para dar respostas ao novo paradigma no setor.

Após o debate, o Coordenador do Curso de Gestão de Empresas, Adilson Monteiro, agradeceu ao orador pela disponibilidade de participar neste evento, assegurando que é um grande orgulho ter um ex aluno da US a falar de um tema tão importante nos dias de hoje. “Fez uma apresentação brilhante, trouxe muitos elementos da área de gestão bancária. É um orgulho grande para a US ter um profissional que vai e volta para partilhar com os nossos alunos, afirmou.”

Félix agradeceu o convite, assegurando que foi na US que aprendeu tudo e que esta experiência de partilha é muito importante. Deixa um conselho para os estudantes “aproveitem os corredores, aproveitem os cafés, ali é que saem as melhores ideias. Conversem com os professores e aproveitem a oportunidade”. Assegurou ainda, que o momento de aproveitar é agora, principalmente, porque a US já está num patamar muito avançada. “A Universidade encontra-se num nível bem que eu gostaria de estar ali com esta oportunidade que estão tendo, declarou.”

De salientar que já se está a preparar a próxima edição do “Café com Gestores” com oradores nacionais e internacionais.

 

Andreia Pereira

Webinar: "Curso de Gestão de Empresas da US realiza a I Edição do Business Management Celebration"

O curso de Gestão de Empresas da US realizou a I Edição do Business Management Celebration, ontem, dia 27. O evento contou com uma Conferência de abertura que foi ministrada pelo Dr. Valdir Santos e, teve como tema central "Práticas de Gestão nas Empresas de Telecomunicações: A Experiência Brasileira”. O objetivo deste evento foi celebrar o curso de Gestão de Empresas, visando evidenciar a importância desta área de formação profissional para os formandos, para o mercado e para a sociedade de um modo geral.

Valdir Santos começou por contextualizar, falando sobre a importância das telecomunicações no mundo e em tempos da pandemia. “As telecomunicações têm movido o mundo, em tempos do Covid-19 ele tem sido essencial para que consigamos manter-se produtivas, assegurou”.

O orador garantiu que a comunicação é hoje um serviço básico na medida em que, assim como existe a necessidade de ter energia elétrica e água para sobreviver “precisamos ter a comunicação com o resto do mundo”.

Acrescentou que a comunicação tem tido uma evolução tecnológica constante e cara, e com cada vez mais serviços e demanda. Portanto, garantiu que é importante que se consegue adaptação.

Falou, ainda, de como se aplica a realidade de telecomunicações no Brasil, afirmando que o fato de Brasil ter uma área geográfica quase continental faz com que isto seja um desafio adicional para as telecomunicações neste país.

Apresentou, também, as práticas de gestão essenciais para as telecomunicações brasileiras que são: o primor na atualização da infraestrutura tecnológica, o atendimento rentável e encantador e a forma como as operadoras precisam fazer marketing.

Tendo em vista o cenário diferente que se vive devido a esta pandemia e que tem mudado os hábitos das pessoas, Santos deixa algumas sugestões de extrema importância: “usar essas tendências que nós temos visto no mercado a nosso favor”, teste caminho a seu favor, otimize risco/retorno do seu tempo, comunique bem, relacione-se bem e venda e negocie bem.

O orador terminou parabenizando a US pela iniciativa do evento salientando que é muito importante para os estudantes, visto que esta integração da academia e do mercado é essencial para que estes estejam atualizados das tendências e que eles conheçam as aplicações práticas daquilo que se estuda nas salas de aulas.

Ainda, no âmbito desse evento, foram premiados os melhores alunos do Curso como forma de promover a meritocracia e estimular os alunos a se empenharem nos seus estudos. O Coordenador do curso de Gestão de Empresas Adilson Monteiro ressalta que “é fundamental premiar os alunos e reconhecer os seus desempenhos”.

Foram nomeados quatro alunos que tiveram a melhor média no 1º semestre do ano letivo 2019/2020, um do 1º ano Cleive Pereira, Patrick dos Santos, do 2º ano, Aldina Tavares do 3º ano e Ivandro Monteiro o 4º ano.

 

Andreia Pereira

Webinar: "Covid 19: Os Desafios da Comunicação na Gestão da Crise Pandémica”

 

O curso de Relações Públicas e Comunicação Empresarial da US realizou hoje, dia 27, uma Palestra intitulada "COVID 19: Os Desafios da Comunicação na Gestão da Crise Pandémica”. O Evento esteve a cargo do professor Edson Ribeiro.

A comunicação, com as suas ferramentas é fundamental no controle e monitoramento desta pandemia, por isso precisa de assumir uma posição de recetor e filtro de seleção de informação oficiais para o bem estar de todos. O coronavírus potencializa nossas reações e a comunicação é crucial na gestão desta pandemia.

Durante o seu discurso, Edson Ribeiro falou das mudanças e desafios sociais que a pandemia nos trouxe, tanto ao nível organizacional como ao nível político.

“A comunicação, neste período, é de extrema importância, por isso é que ela deverá ser excelente, de forma a que possa transmitir a tranquilidade, a confiança e a esperança à sociedade”. Edson Ribeiro assegurou, ainda, que ela “deverá ser profunda, isto é, deverá ir além de transmitir informações, e também, criar consciência e empatia a fim de colocarmos no lugar do outro e, assim, engajar facilmente a crise”, afirmou o professor.

O orador adiantou que, em tempos de crise deve haver um bom plano de comunicação destacando a importância da comunicação educativa. “No momento de crise há que ter em mente um bom plano de comunicação priorizando a comunicação educativa repleta de credibilidade e reputação para incentivar, ajudar e manter o relacionamento entre a sociedade e criar o posicionamento harmónico com a crise que vivemos”.  Ribeiro acrescentou, ainda, que a comunicação educativa traz segurança para o público.
 
Tendo em conta que neste momento de pandemia o excesso de informação pode levar a desinformação e a frustração, Ribeiro sugeriu que é importante desligar do excesso de informação e selecionar as fontes de acesso às informações.
 
 
Andreia pereira

Webinar: III Edição do "Café Com Gestores"

Sob o tema "Medidas de Políticas Económicas Adotadas pelo Governo para Salvar as Empresas no Período de Crise e Pós-Crise (Covid-19): O Caso de Cabo-Verde" foi realizado, ontem, dia 21 de maio, via web, a III Edição do programa "Café com Gestores". A Palestra foi ministrada pelo Secretário-Geral da Câmara de Comércio, Dr. José Luís Neves.

O debate esteve à volta das medidas adotadas durante a pandemia e as medidas que deverão ser tomadas após esta pandemia. O orador começou por contextualizar, analisando os dados do impacto que esta doença causou a nível mundial, afirmando que, se o mundo está em crise, Cabo Verde, que depende muito do exterior, será afetado direta ou indiretamente pela crise. Assegurou, ainda, que o governo antecipa uma queda de 18 mil empregos, mormente na área do turismo, devido à diminuição do fluxo de turistas no país.

Todos foram apanhados de surpresa por esta pandemia, por isso, a palavra de ordem de muitos países é “combater a pandemia sem matar a economia”. Neves sugeriu que o combate a esta crise tem três fases: a primeira fase fechamento da economia; a segunda, a retoma das empresas; e a terceira, a fase da aceleração do crescimento das empresas. Segundo diz, durante o encontro entre o Governo de Cabo Verde com os Sindicatos, foram definidas algumas medidas para cada uma destas fases, “medidas de apoio às empresas, apoio ao emprego e medidas de proteção social”.

José Luís Neves diz que, embora as medidas de apoio não tenham beneficiado as empresas na 1ª fase, isso acontecerá na segunda fase com o início da reabertura.

 Neves terminou a palestra deixando algumas considerações, assegurando que, para os próximos tempos será fundamental “ter um super Governo e um super Banco Central”. No seu entender, deverão ser adotadas políticas setoriais, construíndo políticas públicas nos diversos setores; as despesas sociais devem disparar; diminuição de impostos e ter uma forte aposta na diminuição da burocracia. Relativamente à política monetária, os bancos devem continuar com a taxa de juros; reestruturação e perdão da dívida e, acima de tudo, ter uma inteligência emocional na gestão da crise. Perante a frase “combater a pandemia sem matar a economia” Neves diz que, agora é “abrir a economia sem perder o controle da pandemia”. Acrescenta que nesta fase o ideal é “elaborar planos sem perder a economia. Sair de casa , trabalhar e produzir com sucesso".

De salientar, que esse evento via web contou com cerca de 50 participantes, entre alunos, professores e empresários.

 

Andreia Pereira

 

 

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