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WEBINAR: “Desafios e oportunidades do Nutricionista em Cenários de Prática Profissional”

O Curso de Nutrição e Qualidade Alimentar da Universidade de Santiago realizou um WEBINAR: “Desafios e oportunidades do Nutricionista em Cenários de Prática Profissional.”

O objetivo do evento foi mostrar os desafios e oportunidades existentes no panorama da execução do profissional nutricionista, e contou com a presença de três palestrantes brasileiras: Professora Doutora Ana Maria Cervato, Professora Doutora Viviane Vieira e Professora Dra. Mariana Meirelles, todas da Universidade de São Paulo.

O evento iniciou com a apresentação de Ana Maria Cervato, que falou sobre a “Atuação Profissional do Nutricionista”, destacando o contexto brasileiro da relação entre a formação e atuação. De acordo com a professora, o “Nutricionista é um profissional de saúde definido pelo conselho Nacional de saúde e o Ministério da saúde do Brasil. “Ele tem o seu espaço através do Sistema único de Saúde (SUS)”.

Falou da Atenção Primaria à Saúde, assegurando que é o grande campo de práticas de alimentação e nutrição, pois, é nela que acontece a vigilância alimentar e nutricional, a assistência nutricional individual de pacientes com distúrbios nutricionais e doenças, a educação em saúde e nutrição na atenção básica, entre outros.

Falou da importância de tentar atingir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável destacando, também, a importância da segurança alimentar. Falando na Segurança Alimentar, falou da Política de Segurança Alimentar e Nutricional, na qual existe um Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Este programa já beneficiou 40 milhões de estudantes em 2015.

De acordo com Ana Maria Cervato, as áreas como Nutrição Clínica, Nutrição em Alimentação Coletiva e Nutrição em Saúde Coletivas são algumas das áreas de atuação dos Nutricionistas no Brasil.

Por fim, falou de três desafios ou oportunidades no cenário de prática, quaias sejam a sustentabilidade, a tecnologia e o processo de trabalho.

Por sua vez, a mestranda Mariana Ruocco falou do “Marco de Referência para a Educação Alimentar Nutricional para as Políticas Públicas”, que é um documento publicado em 2012 e constituído pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, em parceria com outros ministérios. Este documento tem como objetivo promover um campo comum de reflexão em orinetaçãovolt5ada para a Educação Alimentar e Nutricional (EAN), ampliar a discussão, apoiar os diferentes setores, integrar estratégias mais amplas, bem como melhorar a qualidade de vida.

Falou, também, dos princípios para as ações de EAN destacando a sustentabilidade social, ambiental e económica, a abordagem do sistema alimentar, a promoção do autocuidado e da autonomia, entre outros.

A mestranda disse que esse trabalho de pesquisa levou-a ao desafio de “criar um adendo ao marco de referência com exemplos de atividades educativas que pudessem evidenciar a possessibilidade de abordagem de mais um princípio em uma mesma atividade.”

Por seu turno, Viviane Vieira falou da “Atuação do Nutricionista para a promoção, proteção e apoio ao Aleitamento Materno”, destacando a importância do aleitamento materno nos primeiros mil dias da criança, bem como os impatos individuais e coletivos.

Falou, também, do aleitamento materno na perspetiva do Direito assegurando que “o direito de amamentar é aplicável ao binómio mãe/filho. A mãe e a criança têm o direito à amamentação.” Mas também falou do Nutricionista e o Aleitamento Materno.

Relativamente à promoção do aleitamento materno um grupo de mulheres no qual ela, também, participa tem desenvolvido ações educativas, atividades de ensino e de pesquisa e através das redes sociais.

No entanto, Vieira ressalta alguns desafios e oportunidades relativamente ao aleitamento materno, destacando a formação fragmentada e com poucas vivências práticas, atuação muito tecnicista, espaço pouco ocupado pelo profissional.

 

Andreia Pereira

Webinar: (Des) Confianamento e o Seu Impato nas Pessoas

O curso de Enfermagem da US realizou um WEBINAR intitulado "(Des) confinamento e o seu impato nas pessoas”, cujo objetivo foi fornecer à população em geral algumas competências, de modo a enfrentarem melhor o desconfinamento e algumas formas de ligar a alteração da *normalidade* a que todos estavam habituados. O evento teve como convidados o Sociólogo Paulino Vaz Moniz e o Psicólogo Nilson Mendes.

O Sociólogo Paulino Vaz Moniz iniciou afirmando que a Covid-19 é uma doença que parou o mundo, tendo atingido milhões de pessoas e já matou milhares de pessoas. Falou dos campos de afetação do Coronavírus na vida das pessoas destacando três dimensões: psicológica, económica e relacional.

Garantiu que, a nível psicológico, o número de pessoas afetadas ultrapassa o número de afetados pelo Covid-19. “Esta dimensão é grande, é muito mais do que a estatística consegue trazer em termos de números de pessoas infetadas”. Acrescentou, ainda, que, “psicologicamente, as pessoas que já tinham histórico de algum transtorno mental agravaram a sua situação nesta época da pandemia e os que não tinham histórico acabam por desenvolver algum trastorno mental, outros leve e outros mais moderado e grave.”

Relativamente à dimensão económica Paulino falou do seu impato na vida das pessoas durante o confinamento e neste período do desconfinamento. Afirmou que “tanto no período do confinamento como no de desconfinamento, muitas pessoas já perderam o seu emprego e isso traz um impato económico grande. Estou analisando aqui a vida da pessoa sem falar da família e da empresa.” Exemplificou com as pessoas que tiveram o seu contrato de trabalho suspenso, mas, também, das que têm os seus negócios e tiveram dois meses parados e ainda não retomaram. “Os que retomaram ainda não têm uma garantia”, declarou.

Por último, falou da dimensão relacional assegurando que este período trouxe, também, grandes impatos na vida das pessoas ao nível da relação. “Durante o confinamento falou-se em ficar em casa, no entanto, as pessoas com tendência em sofrer algum tipo de violência serão obrigadas a conviver com o agressor durante muito tempo”. Portanto, considera que são situações complexas que agravam durante o período de confinamento e que é necessário levar em conta. Por outro lado, existe a forma como “encaramos o novo coronavírus, as orientações, porque nem todos encararam da mesma forma. Uns encararam com seriedade e com exagero, outros viram como um “tanto faz”, o que trouxe algum conflito no relacionamento", asseverou.

O Psicólogo Nilson Mendes iniciou o seu discurso na mesma lógica, afirmando que, de fato, a Covid-19, “colocou-nos numa situação que é de refletir e readaptar-nos”. De acordo com o psicólogo, esta pandemia fez com que as pessoas mudem os seus comportamentos ou postura perante uma ameaça. Falou da forma como se pode lidar com o pensamento e emoção durante esse tempo, como é que se dá resposta perante uma situação de medo e como lidar com a incerteza. “Uma das estratégias fundamentais é saber trabalhar as nossas emoções”, afirmou.

A palavra de ordem é readaptar. Exemplificou com a retoma das aulas em que os alunos poderão sentir medo perante esta situação, por isso, Nilson Mendes garantiu que “o importante é saber que o medo é um estado de alerta mas deve-se adaptar na situação em que se vive, ou seja, é ir para as aulas e seguir todas as recomendações sanitárias”, afirmou. Por outro lado, muitas pessoas podem ignorar a mensagem do medo, “Devemos entender a mensagem do medo para que possamos estar em alerta e ter uma resposta particularmente no nosso bem-estar físico e psicológico,” disse.

Neste processo de desconfinamento é fundamental identificar o sentimento e estado emocional que em que se encontra. “Se existe medo deve-se ver a importância deste medo perante o cenário em que se encontra, seja em casa, na escola ou durante a viagem.” Por outro lado, é importante ver se o medo é uma ameaça para que se possa dar uma resposta.

O psicólogo garantiu que um outro impato psicológico nesta pandemia é a alteração do sono. “Uma boa parte das pessoas dormiram tarde e acordaram tarde e as vezes com insónia”. Existe, também, o comportamento compulsivo como lavar as mãos e desinfetá-las exageradamente. “Quando estes comportamentos afetam no dia-a-dia, deverá ter noção que se está perante este problema. Caso não for dado o devido valor, tornar-se-á num problema mais grave na saúde mental”, afiançou.

O psicólogo terminou declarando que é necessário aprender a conviver com o vírus até que apareça a vacina, e também, reorganizar a vida de acordo com a nova realidade. “Temos que nos mentalizar, também, que tudo o que começa tem um fim”. Deixa um apelo, assegurando que “é fundamental cuidarmos do nosso bem-estar”. É fundamental trabalhar o equilíbrio mental através do exercício da respiração. Aconselhou que, se uma pessoa se sentir perante uma situação incómoda, que não hesite em pedir ajuda de um profissional.

“Agora, é momento de usar estratégia individual para o bem coletivo a forma como você se encontra leva a uma determinada reação. Se se encontra ansiosas, tomam decisões precipitadas e se estiver controlado, toma decisões eficazes", disse.

A Coordenadora do curso de Enfermagem, Celliavine Afonso agradeceu aos participantes pelo contributo muito importante assegurando que, se cada um fizer a sua parte, consegue-se ultrapassar esta fase.

 

Andreia Pereira

Webinar - "Património Cultural Como Fator Impulsionador Do Turismo No Contexto Pós Covid19, Caso Da Região Santiago Norte”, em debate na Universidade de Santiago

O curso de Gestão de Hotelaria e Turismo da Universidade de Santiago realizou uma Palestra intitulada “Património Cultural como Fator Impulsionador do Turismo no Contexto Pós Covid19 - Caso da Região Santiago Norte”. O evento foi ministrado pelo Presidente do Instituto do Património Cultural, Jair Fernandes, e teve como objetivo fazer uma reflexão sobre a importância do património no cenário do turismo nacional no contexto pós covid-19.

Para melhor enquadramento do tema, o orador começou com a apresentação do estudo do diagnóstico de valorização do património cultural no âmbito turístico, falando sobre o património material e de museus na Região de Santiago Norte.

De acordo com Jair Fernandes, para se falar do seguimento do turismo cultural levou-se em consideração três aspetos para a análise do potencial da ilha de Santiago enquanto produto turístico-cultural: a relevância do turista “dentro deste parâmetro foi considerada a relevância do elemento cultural, bem como as condições para o uso e aproveitamento do bem cultural”; um outro ponto é o estado de manutenção “o turismo pode prejudicar o património, portanto, o possível impacto desse setor nos bens culturais também valorizado”; e o último ponto é a acessibilidade “um produto turístico deve estar acessível ao turista”, afirmou.

Jair afirmou que, em articulação com as Câmaras Municipais e as Direções Gerais do Turismo, criaram-se sete rotas turísticas na Região Santiago Norte. “Todas as rotas devem ser circulares, de partida e de chegada à Praia,” declarou.

Seguidamente, passou a fazer uma análise da demanda turística em Cabo Verde em 2018, tendo destacado as ilhas de Sal e Boavista com mais visitantes e a ilha de Santiago com menor número de visitantes.

O orador concluiu a sua apresentação afirmando que o produto de turismo cultural é composto de um conjunto de recursos culturais e uma oferta de serviços turísticos complementares. “Portanto, é necessário converter previamente recursos culturais em recursos turísticos, para os quais é necessário adaptar o recurso cultural para que este possa ter uso turístico o que implica aprimoramento de recurso e o desenvolvimento de experiências turísticas a partir de seu conteúdo”.

Acrescentou, ainda, que, do mesmo modo, um produto turístico deve ser projetado para atender às expetativas de demanda de lazer e recreação, pelo que, é necessário incorporar uma oferta turística complementar e uma infraestrutura equipamentos urbanos que atendam a essa necessidade. A duração máxima de cada rota não deve ser superior a 6 horas.

O evento encerrou com o agradecimento da Coordenadora do Curso de Gestão de Hotelaria e Turismo da Universidade de Santiago, Mirian Semedo agradeceu ao convidado e aos presentes pela participação no evento.

 

Andreia Pereira

Webinar: Universidade de Santiago acolhe a IV Edição do “Café Com Gestores”

O Curso de Gestão de Empresas da US realizou a IV Edição do "Café com Gestores", sob o tema: Gestão no Setor Bancário: Especificidades, práticas, e desafios. O evento esteve a cargo do economista, Dr. Félix Moniz Delgado, ex-aluno da US, com experiências de gestão no setor bancário e, atualmente quadro do Ministério das Finanças.

O orador iniciou o evento falando do funcionamento do sistema financeiro. Passando, posteriormente, a falar sobre a especificidade dos bancos. Félix falou do modus operandi dos bancos, salientando que estes, no exercício da sua atividade, enfrentam o trade-off básico entre o satisfazer os compromissos de conceder empréstimos ou reduzir a flexibilidade para aumentar a liquidez dos seus ativos. Ou seja, “se os bancos adotarem uma postura “agressiva” em relação ao risco, não privilegiando a liquidez e aumentando o descasamento entre ativos e passivos, deverão obter maiores margens de lucro e vice-versa.

O orador realçou que, no contexto bancário, existe o risco e que este pode sair de uma situação previsível ou não “o risco é a probabilidade de perda”. Neste caso, assegurou que recorre-se a estratégias ações e os instrumentos para a gestão de risco. Acrescentou, ainda, que existem três tipos de riscos bancários quias sejam: financeiros, não financeiros e outros riscos.

Félix finalizou assegurando que, o contexto da pandemia trouxe uma situação nova para o setor bancário, tendo em conta o choque simultâneo, tanto do lado da procura global da economia como do lado da oferta global da economia.

Daí que, esta situação constitui um desafio a nível do contexto económico especificamente a nível do setor bancário. Portanto, o orador afirmou que os bancos terão que enfrentar alguns desafios perante o contexto do Covid-19, tais como: melhorar a rentabilidades, reduzir o stock de créditos Malprado (NPL); desfazer dos imoveis conseguidos no Processo Contencioso; revisão do modelo de negócio, intensificação de formação para colaboradores para dar respostas ao novo paradigma no setor.

Após o debate, o Coordenador do Curso de Gestão de Empresas, Adilson Monteiro, agradeceu ao orador pela disponibilidade de participar neste evento, assegurando que é um grande orgulho ter um ex aluno da US a falar de um tema tão importante nos dias de hoje. “Fez uma apresentação brilhante, trouxe muitos elementos da área de gestão bancária. É um orgulho grande para a US ter um profissional que vai e volta para partilhar com os nossos alunos, afirmou.”

Félix agradeceu o convite, assegurando que foi na US que aprendeu tudo e que esta experiência de partilha é muito importante. Deixa um conselho para os estudantes “aproveitem os corredores, aproveitem os cafés, ali é que saem as melhores ideias. Conversem com os professores e aproveitem a oportunidade”. Assegurou ainda, que o momento de aproveitar é agora, principalmente, porque a US já está num patamar muito avançada. “A Universidade encontra-se num nível bem que eu gostaria de estar ali com esta oportunidade que estão tendo, declarou.”

De salientar que já se está a preparar a próxima edição do “Café com Gestores” com oradores nacionais e internacionais.

 

Andreia Pereira

Webinar: "Curso de Gestão de Empresas da US realiza a I Edição do Business Management Celebration"

O curso de Gestão de Empresas da US realizou a I Edição do Business Management Celebration, ontem, dia 27. O evento contou com uma Conferência de abertura que foi ministrada pelo Dr. Valdir Santos e, teve como tema central "Práticas de Gestão nas Empresas de Telecomunicações: A Experiência Brasileira”. O objetivo deste evento foi celebrar o curso de Gestão de Empresas, visando evidenciar a importância desta área de formação profissional para os formandos, para o mercado e para a sociedade de um modo geral.

Valdir Santos começou por contextualizar, falando sobre a importância das telecomunicações no mundo e em tempos da pandemia. “As telecomunicações têm movido o mundo, em tempos do Covid-19 ele tem sido essencial para que consigamos manter-se produtivas, assegurou”.

O orador garantiu que a comunicação é hoje um serviço básico na medida em que, assim como existe a necessidade de ter energia elétrica e água para sobreviver “precisamos ter a comunicação com o resto do mundo”.

Acrescentou que a comunicação tem tido uma evolução tecnológica constante e cara, e com cada vez mais serviços e demanda. Portanto, garantiu que é importante que se consegue adaptação.

Falou, ainda, de como se aplica a realidade de telecomunicações no Brasil, afirmando que o fato de Brasil ter uma área geográfica quase continental faz com que isto seja um desafio adicional para as telecomunicações neste país.

Apresentou, também, as práticas de gestão essenciais para as telecomunicações brasileiras que são: o primor na atualização da infraestrutura tecnológica, o atendimento rentável e encantador e a forma como as operadoras precisam fazer marketing.

Tendo em vista o cenário diferente que se vive devido a esta pandemia e que tem mudado os hábitos das pessoas, Santos deixa algumas sugestões de extrema importância: “usar essas tendências que nós temos visto no mercado a nosso favor”, teste caminho a seu favor, otimize risco/retorno do seu tempo, comunique bem, relacione-se bem e venda e negocie bem.

O orador terminou parabenizando a US pela iniciativa do evento salientando que é muito importante para os estudantes, visto que esta integração da academia e do mercado é essencial para que estes estejam atualizados das tendências e que eles conheçam as aplicações práticas daquilo que se estuda nas salas de aulas.

Ainda, no âmbito desse evento, foram premiados os melhores alunos do Curso como forma de promover a meritocracia e estimular os alunos a se empenharem nos seus estudos. O Coordenador do curso de Gestão de Empresas Adilson Monteiro ressalta que “é fundamental premiar os alunos e reconhecer os seus desempenhos”.

Foram nomeados quatro alunos que tiveram a melhor média no 1º semestre do ano letivo 2019/2020, um do 1º ano Cleive Pereira, Patrick dos Santos, do 2º ano, Aldina Tavares do 3º ano e Ivandro Monteiro o 4º ano.

 

Andreia Pereira

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