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Universidade de Santiago acolhe a 7ª edição da Semana Global do Empreendedorismo

 

A Universidade e Santiago acolheu, esta segunda-feira, 13 de Novembro, a Abertura da 7ª edição da Semana Global do Empreendedorismo. O evento que tem como lema para este ano “Restart-Renovando o Sonho” foi presidido pelo Ministro da Presidência do Conselho de Ministros e Assuntos Parlamentares, Dr. Fernando Elísio Freire.

 Durante a cerimónia da abertura, o representante do governo realçou que o governo tem reunido condições no sentido de facilitar o desenvolvimento do empreendedorismo.

“As acções começam pela determinação e pela forma como o governo se relaciona com o sector privado. Nós consideramos que todas as empresas são importantes, as micro, as médias, e as grandes empresas e aquelas que querem internacionalizar-se. Por isso, já disponibilizámos cerca de cinco milhões de contos para ajudar no processo da promoção empresarial.”, afirmou o governante.

Além disso, e para a concretização de um “sonho”, o Ministro assegurou que o Governo já passou um conjunto de competências para as câmaras de comércio, para as instituições de micro-finanças, incubadoras e associações empresariais no sentido de agilizar a tomada da decisão.

Freire realçou a importância da abertura deste evento na Universidade, assegurando que a Universidade está ligada a tudo aquilo que um empreendedor precisa. “Ligar a universidade com políticas públicas do empreendedorismo é muito importante pois a educação tem um papel muito importante no sucesso da política empreendedora do governo”.

Por sua vez, o presidente da Associação dos Empresários de Cabo verde (AJEC), Paulo Cabral, disse que esta organização “não quer um empreendedorismo de sobrevivência”, mas sim de “inovação e de ambição”. Cabral pediu, ainda, mudanças nas políticas do sector, tendo, igualmente, apelado aos empreendedores para deixarem as palavras e começarem a agir.

De salientar que este será o 8º ano que Cabo Verde se associa a esta iniciativa mundial, que há 5 anos foi institucionalizada pelo governo como a Semana Nacional do Empreendedorismo. Entretanto, a organização pretende chegar a mais de 20 mil participantes com cerca de 150 actividades em todas as ilhas do país. O evento contou com a presença do Magnífico Reitor da US, bem como dos presidentes do Instituto de Apoio e Promoção Empresarial (Pró-Empresa) e do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Projeto Transição Para a Parentalidade 'Voa' até Cabo-Verde

O Projeto Transição Para a Parentalidade 'Voa' até Cabo Verde, como um serviço à comunidade cabo-verdiana, com o objetivo de ajudar mulheres, mães e famílias cabo-verdianas.

Através desta plataforma online, as mulheres e famílias poderão aceder a informação no domínio da transição para a parentalidade, como também colocarem dúvidas e questões que serão respondidas por investigadores e docentes especialistas em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Leiria - Portugal, em articulação com docentes da Universidade de Santiago - Cabo Verde.

Para além desta plataforma, a Esslei desenvolverá mais dois projetos de investigação transfronteiriços com a Universidade de Santiago em Cabo Verde, no domínio da saúde dos jovens e da saúde da mulher, que se iniciaram este mês de Novembro, com a deslocação da Professora Doutora Sónia Ramalho à Universidade de Santiago.

+INFO : http://transicao-para-a-parentalidade.webnode.pt/

VIH-SIDA 90, 90, 90: tema da II Jornada de Saúde da Região Sanitária de Santiago Norte

Durante dois dias, 10 e 11 de Novembro, agentes da saúde estiveram reunidos na Universidade de Santiago, pensando e refletindo sobre a saúde nesta região, tendo por tema “VIH/SIDA e as novas estratégias 90, 90, 90”.

A II Jornada teve como objetivo criar um espaço de apresentação, discussão e partilha de conhecimentos científicos, sobre uma temática de relevância local, regional, nacional e global, bem como promover e divulgar o conhecimento obtido através da investigação, e o intercâmbio científico e cultural.

A cerimónia de abertura da Jornada foi presidida pelo ministro da Saúde e da Segurança Social, Arlindo do Rosário, que começou por felicitar os responsáveis de saúde da Região Sanitária de Santiago Norte (RSSN) pela iniciativa e organização do evento, assim como do tema sobre o qual se debruçou esta jornada: “VIH/SIDA e as novas estratégias 90, 90, 90”.

Durante o seu discurso de abertura, o ministro fez questão de relembrar que foi a Região Sanitária de Santiago Norte a “pioneira no processo de regionalização em saúde em Cabo Verde”. Não deixou de frisar, em torno do tema da Jornada, que foi aqui em Santiago Norte que dois seropositivos deram a cara, falando da SIDA na primeira pessoa para todo o país. “Na altura, estes acontecimentos foram momentos importantes no processo de luta contra o VIH-SIDA”. Rosário adiantou, ainda, que foi nesta região onde se instituiu, pela primeira vez e oficialmente, a terapia com os anti-retrovirais, nos serviços públicos da saúde.

Segundo o ministro a atual estratégia global 90, 90, 90 traz à tona três pilares: acesso ao diagnóstico precoce; acesso ao tratamento anti-retroviral; e redução da capacidade de transmissão do vírus, por parte de quem já está infectado. Para cumprir os objetivos da estratégia 90, 90, 90, o ministro adiantou, ainda, que é necessário “definir as metas nacionais e municipais, para fechar as brechas existentes”.

O mesmo mostrou-se confiante de que, de acordo com os conteúdos dos temas propostos para serem discutidos na Segunda Jornada da RSSN, vai contribuir de forma decisiva para um salto qualitativo no combate ao VIH-SIDA.

Para o diretor da RSSN, João Baptista Semedo, esta segunda jornada é um momento de partilha de conhecimentos em matéria de combate e enfrentamento ao VIH-SIDA. 
Segundo informações avançadas pelo diretor da RSSN, neste momento a região conta com 339 casos de pessoas com VIH-SIDA e, como estratégia, ele apontou a deteção precoce, para melhor tratar os contagiados, adiantando ainda que todas as grávidas são submetidas ao teste de VIH-SIDA, o que permite rastrear os respetivos companheiros.
Durante estes dois dias, foram debatidos diversos temas, em torno do VIH-SIDA, divididos em oito painéis, e com especialistas de diversos países, partilhando diversas experiências.

“Álcool é a droga mais consumida em Cabo Verde”

Esta afirmação é da Comissão de Coordenação do Combate a Droga (CCAD), de acordo com os dados apresentados ontem, 08 de Novembro de 2017, na Universidade de Santiago, durante a realização de algumas acções de sensibilização sobre o uso de álcool e outras drogas no seio da comunidade académica.

Estas actividades foram realizadas sob o lema “Prevenção do uso abusivo do álcool”. Odete Mota, Enfermeira responsável pelas actividades, explicou que estão a actuar principalmente no seio universitário, porque, normalmente, nesta faixa etária os jovens saem da casa dos pais e moram noutras ilhas ou cidades, começando por experimentar certas “drogas”, principalmente o álcool.

Um elemento que a enfermeira Odete Mota salientou, foi que de entre os alunos do país, a percentagem dos que usam álcool representa mais da metade da população e o mais preocupante nos estudos realizados é que não importa a faixa etária para o aumento do consumo. “Segundo os dados, a mesma percentagem de adolescentes de 15 anos que consome álcool, não muda para os jovens e nem para os adultos. Pode-se dizer que a mesma quantidade de adolescentes que consome álcool no país, corresponde também ao número de adultos que consomem”. Além destes dados, de acordo com estudos feitos pela Organização Mundial da Saúde, Cabo Verde possui um consumo de álcool acima dos outros países africanos e, como avançou Mota, “daí surge a explicação para termos tantos casos de doenças crónicas, como a hipertensão, diabetes, perturbações mentais, violência doméstica; alguns tipos de cancro, entre outros.

Os alunos colocaram as suas preocupações e com a ajuda de um ex-usuário, José Dias, Mota foi dando respostas com exemplos práticos. Uma das preocupações levantadas foi sobre as pessoas que dizem que estão usando o álcool, mas não porque querem. Dias, pegou do seu caso para explicar o porquê de eles agirem assim. “Nesta fase, já têm consciência de que este acto é prejudicial, mas já estão viciados e não conseguem sair. É a partir deste momento que a pessoa necessita de ajuda para poder sair deste buraco”, adianta Dias, que não teve problema nenhum em exemplificar com a sua experiência de vida. “Eu comecei a ter contacto com o álcool muito cedo, porque os meus pais o usavam. Mas, mesmo assim, tinha um bom comportamento, terminei o secundário com óptimas notas, consegui emprego, construí a minha família. Mas após começar a utilizar o álcool de forma abusiva, destruí a minha família, quase vi a minha filha ser tomada pelo ICCA, perdi o meu emprego, entre outros problemas que criei devido ao uso do álcool.

Entre outras questões, os oradores explicaram aos alunos a questão de  quando a pessoa bebe e no outro dia diz que não se lembra. Segundo Dias, quando a pessoa consome grande quantidade de álcool, este provoca um blackout na pessoa, fazendo com que não ele não se lembre de mais nada, ou então quando a pessoa bebe demais e pratica algum crime, este pode ficar traumatizado provocando uma amnésia.

No final, deram algumas dicas de como se relacionar com parentes, vizinhos e amigos alcoólicos, procurando ajuda em entidades que já fazem uma abordagem especializada. Também, não deixaram de apelar aos alunos a não usarem álcool, que, para além de trazer consequências ao nível da saúde, familiar, social, leva o alcoólico a experimentar outras drogas e a cometer diversos crimes. 

Abertas as candidaturas para 2ª edição dos cursos de Mestrado

No ano lectivo 2016/17 a Universidade de Santiago apostou na abertura de cursos de Pós-graduação em Gestão de Recursos Humanos e em Pedagogia, que para além de ser considerado um salto qualitativo para a instituição, demonstraram que a US tem capacidade para prosseguir com a 2ª edição.

Segundo Luís Rodrigues, Director dos Serviços Académicos “os mestrados iniciados em Fevereiro de 2017 têm decorrido normalmente, com grande interesse, motivação e empenho por parte dos alunos e o programa vem sendo cumprido regularmente”.

Rodrigues salienta que este segundo ano vai beneficiar da experiência já adquirida, o que vai facilitar os alunos, e elevar ainda mais a qualidade das formações. “Partindo da experiência positiva, já temos as candidaturas abertas e com um número interessante, pensando na possibilidade de abrir estes mestrados na Praia e em Assomada, mediante o número de inscritos”, adianta Rodrigues.

Outra aposta da Universidade surge no âmbito do incentivo à pesquisa, que na sociedade cabo-verdiana não é muito praticado. Por isso, as expectativas são várias, e confiante no sucesso da primeira edição, Luís Rodrigues explica que a segunda edição será melhor.

Mais adiante, como avançado por Rodrigues, a Universidade de Santiago pretende abrir outro mestrado, desta vez na área da Comunicação. Tendo em conta que foi lançado as candidaturas no ano passado e não foi possível a sua abertura, este ano a Universidade está a reformular o plano curricular e mais tarde, será uma nova aposta da US.

Estes mestrados, além de contarem com docentes locais, serão ministrados em parceria com universidades brasileiras e portuguesas, ampliando assim o nível de partilha de conhecimentos e experiências.

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