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Aluno do Mestrado em Português como Língua Segunda fala da sua experiência de estudar à distância

Silas Lopes é um dos alunos do 1º ano do Mestrado em Português como Língua Segunda, na Universidade de Santiago. Ele é da ilha do Fogo e estuda no regime à distância. Em entrevista ao Gabinete de Comunicação e Imagem da US, conta-nos a sua motivação na escolha da US, fala do regime à distância, os desafios, entre outros aspetos.

 

1- O que o motivou a escolher a Universidade de Santiago?

            Escolhi a Universidade de Santiago por ser uma instituição educativa que promove a igualdade de oportunidade a todos e procura estabelecer um relacionamento de proximidade e empatia com os alunos, independentemente do seu background académico, profissional, social ou familiar.

 

2- Sabendo que a Universidade de Santiago tem um regime presencial, porque escolheu o regime à distância?

            Escolhi o regime à distância, primeiramente, por estar a residir numa ilha em que não há qualquer instituição universitária e, também, porque o ensino à distância é uma modalidade de aprendizagem desafiante, dinâmica e eficiente, pois quebra o modelo paradigmático de uma educação meramente presencial, podendo equipar de igual modo os estudantes.

 

3- Como tem conciliado os estudos e o trabalho?

            Não tem sido tarefa fácil conciliar os estudos e o trabalho. Mas por ser uma boa oportunidade de alavancar a minha carreira profissional, tem valido a pena sacrificar as coisas mais fúteis e triviais, a favor de uma bagagem científica, para poder alcançar um bem maior. Ademais, a oportunidade que temos de receber a formação no período pós-laboral, tem facilitado esta conciliação.

 

4- Quais são os benefícios de estudar à distância?

            Um dos grandes benefícios de estudar à distância é a flexibilidade no processo de ensino, pois, podemos assistir as aulas a partir de qualquer lugar, através de um dispositivo informático fixo ou móvel, podendo reajustar o horário, a rotina, o ambiente, para além de termos um orientador disponível para ajudar o aluno a absorver o conteúdo programático.

 

5- Quais são os principais desafios enfrentados para quem estuda à distância?

            O maior desafio do estudo à distância tem sido a necessidade de se adaptar aos novos recursos tecnológicos, em tão pouco tempo e num ritmo acelerado, para podermos acompanhar, da melhor forma, os conteúdos ministrados pelos professores e termos acesso aos materiais didáticos disponibilizados em plataformas e sistemas, um tanto ou quanto “novos”, e que exigem alguma destreza digital para os acessar. Contudo, a Universidade de Santiago tem sido uma grande parceira dos estudantes, ao disponibilizar tempos de treinamento com profissionais qualificados, para ajudar a minimizar estas lacunas supracitadas. 

 

6- Na sua opinião, o que é que a Universidade de Santiago pode fazer para melhorar ainda mais os seus serviços?

            A Universidade de Santiago deve continuar a seguir as políticas adotadas até então, de promover formação contínua aos alunos em áreas de pouco domínio e acessibilidade, e manter o relacionamento horizontal que vem estabelecendo com os estudantes e a prontidão demonstrada em resolver, em momento oportuno, os dilemas de cada um, individualmente.

 

7- Aconselharia mais pessoas a virem fazer parte da família US? Porquê?

            Aconselharia as pessoas a fazerem parte desta Universidade, pois, ela é uma instituição agregadora, acolhedora e impulsionadora, e isto faz com que o estudante se sinta em um ambiente puramente familiar e propício para a aprendizagem.

 

8- Que mensagem deixa para toda a comunidade académica?

            A mensagem que deixo à comunidade académica é que caminhemos com amor e ardor, rumo a um patamar que enalteça e promova o conhecimento científico, mas que não ofusque o relacionamento horizontal com o outro, baseado sempre na humildade e na promoção de valores intrínsecos a cada indivíduo, independentemente do seu nível psico-socio-espiritual.

Jovem Santomense escolhe US para cursar Mestrado em Políticas Públicas e Desenvolvimento Local

João Pereira é o aluno que escolheu a Universidade de Santiago para estudar, a partir de São Tomé, o Mestrado em Políticas Públicas e Desenvolvimento Local.

Atualmente desempenhando a função de Assessor Jurídico do Ministério da Justiça, afirmou ter escolhido a US por ter sido bem recomendada e que, à “primeira vista”, se assemelha ao modelo do seu país.

“Isso muito que facilita no momento do ensino-aprendizagem”, considerou.

Questionado sobre como este mestrado pode influenciar na sua vida profissional, João respondeu que pode elaborar e avaliar as políticas públicas e, ainda, que o curso “move a ter preocupação com a sociedade”.

Já em relação às aulas especificamente, o aluno diz que as ferramentas moodle e o email institucional o têm ajudado a acompanhar melhor, mesmo com o contratempo do horário.

“Tenho conseguido seguir a maioria das aulas”, afirmou o jovem estudante que recomenda outras pessoas a estudar na US.

“A escola tem boa estrutura e os professores e toda a coordenação da escola têm sido um suporte importante”, finalizou João Pereira.

 

 

Universidade de Santiago participa num projeto internacional sobre ação humanitária

A Universidade de Santiago e outras seis universidades de quatro países (Portugal, Grécia, Moçambique e Cabo Verde) participam num projeto de reforço da capacitação de instituições do ensino superior de Cabo Verde e Moçambique na resposta humanitária a situações delicadas e complexas provocadas pelas alterações climáticas. Trata-se de uma cooperação para a inovação e intercâmbio de boas práticas.
A Universidade de Santiago terá um papel ativo na Gestão da Qualidade do Projeto, procurando garantir, juntamente com os gestores do projeto, que os objetivos e resultados do mesmo sejam alcançados.
Para além da Universidade de Santiago, participam no projeto o ISCTE (Portugal), a National and Kapodistrian University of Athens (Grécia), as universidades Pedagógica, Rovuma e Púnguèl (de Moçambique) e a Universidade de Cabo Verde. 
 
 Foto Internet: Página Global
 

Universidade de Santiago reforça laços da cooperação com a Câmara Municipal dos Mosteiros

A Universidade de Santiago recebeu hoje, dia 17, a visita do Presidente da Câmara Municipal dos Mosteiros, Fábio Vieira, no âmbito da cooperação existente entre estas duas instituições

De acordo com o Reitor da Universidade de Santiago, Gabriel Fernandes, tratou-se de uma visita de cortesia onde delinearam ações conjuntas e parcerias entre as instituições.

“Tratou-se de uma visita de cortesia onde aproveitamos para delinear ações conjuntas no âmbito da parceria existente entre as nossas instituições, em que pretendemos relançar a cooperação entre a Câmara Municipal dos Mosteiros e a Universidade de Santiago.”

Ainda segundo este dirigente, a cooperação consiste em:

“Melhorar as condições de acesso e de permanência dos estudantes dos Mosteiros na US, criar condições de alargamento da oferta formativa à Ilha do Fogo recobrindo segmentos que poderiam não conseguir acesso mediante a deslocação a cidade da Praia ou ao interior de Santiago, e criar condições para que, através do ensino à distância, possamos chegar até esses jovens da ilha do Fogo.” - disse.

Por sua vez, o Presidente da Câmara dos Mosteiros, Fábio Vieira, falou que, para além da visita de cortesia, o encontro consiste em revisitar o protocolo existente entre as duas entidades e ver novas oportunidades de cooperação, em outros domínios e áreas.

“Tendo em conta que existe um protocolo de cooperação entre a Câmara dos Mosteiros e a US, tivemos a oportunidade de revisitar esse protocolo e ver novas oportunidades, em outros domínios e áreas do saber e social, e, também, tivemos a oportunidade de falar sobre de que forma é que podemos reforçar a nossa cooperação, no sentido de qualificação dos jovens do Fogo, e dos Mosteiros em particular, e, também, a produção de desenvolvimento social e económico dos Mosteiros.”

Por fim, o mesmo deixou uma mensagem a toda comunidade académica:

“Que os mesmos aproveitem essa oportunidade de formação superior, pois estão a formar-se numa instituição de referência no contexto nacional. Por isso, devem aproveitar essa oportunidade e estarem disponíveis a contribuir para o desenvolvimento do país e dos Mosteiros, nos próximos tempos.”

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