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Os cuidados pré-hospitalares são decisivos na recuperação da vítima

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A Universidade de Santiago acolheu hoje um workshop em “Emergência Hospitalar”, realizado pelo Departamento de Ciências da Saúde, Ambiente e Tecnologias (DCSAT), em parceria com os Bombeiros de Santa Catarina e Proteção Civil Regional.

Segundo Elton Alves, coordenador do CESP em Eletromecânica e Sistema de Energia Solar, membro da organização, a ideia deste workshop surgiu “devido a elevados números de acidentes que têm acontecido e ao socorro inadequado que é prestado às vítimas, que leva a muitas mortes”. Com este propósito, a Universidade procurou parceiros para transmitir alguns conhecimentos básicos em matéria de primeiros socorros, pois, “muitas vezes as pessoas não agem devido ao medo e às vezes quando agem, agem de forma inadequada devido à falta de conhecimentos. Nós queremos evitar estas situações”.

Durante três horas, a Sala de Conferências do Campus de Bolanha esteve cheia de alunos, docentes e outras entidades, assistindo ao workshop que teve duas componentes, uma teórica e outra com demonstrações práticas.

Norberto Monteiro, comandante dos Bombeiros de Santa Catarina, apresentou à plateia o kit dos primeiros socorros, adiantando que, “em caso de emergência e se não se tiver este kit, tem que se improvisar, pois, o importante é salvar vidas”. Entretanto, chamou a atenção dos presentes no sentido de, antes de tocarem nas vítimas, lembrarem de se proteger com luvas.

Monteiro realçou a sua satisfação em participar no evento, revelando que “temos o prazer em ensinar e compartilhar os conhecimentos de primeiros socorros com todos os interessados e, desde já, manifestamos a nossa disponibilidade para outras atividades desta índole. A nossa missão é salvar vidas e, ensinando os outros, estamos salvando mais vidas”.

Por sua vez, Amaro Varela, comandante regional da Proteção Civil – Santiago Norte, falou sobre os primeiros procedimentos que são necessários levar em conta, ao tentar socorrer uma vítima em diversas situações, desde acidentes domésticos, viação, incêndios, catástrofes naturais, entre outras.

Varela reforçou ainda que os cuidados pré-hospitalares prestados às vítimas são decisivos no processo de recuperação e de sobrevivência das mesmas.

O comandante regional da Proteção Civil explicou também o porquê de alguns atrasos que têm acontecido em alguns acidentes fora do município de Santa Catarina, adiantando que, normalmente os agentes encontram-se em suas casas, e é preciso localizá-los para, depois, se reunirem no centro e só depois partirem para o local do acidente.

Fez também um apelo à sociedade civil, dando algumas dicas de como pedir primeiros socorros: “Devem identificar-se, dar a localização exata, fazer a descrição de como se encontram as vítimas, se respiram ou não, se há sangramento, mortes, incêndio, vítimas em carro, entre outras informações”. Segundo Varela, estas informações são cruciais para saberem que equipamentos devem levar para socorrerem as vítimas. “Se for um acidente onde existem vítimas dentro de viatura, é preciso levar material para cortar o carro. Caso for um incêndio, vamos num carro mais pesado que contém maior capacidade de extinguir o fogo”. Portanto, solicitamos informações mais precisas para melhor atuarmos.

 A comunidade académica que esteve presente, parabenizou a organização, pois, segundo muitos alunos, são técnicas simples mas ao mesmo tempo complicadas, uma vez que se usadas corretamente salvam vidas, mas se forem usadas de forma errada tiram vidas. Uma chamada de atenção deixada pelos alunos à comunidade em geral foi no sentido das pessoas, independentemente da situação do acidente em que se encontram, escutarem opiniões das pessoas com mais conhecimentos, como forma de agirem unidos em prol da vida das vítimas.

Empreendedorismo: uma visão estratégica para a sustentabilidade das organizações

images/emp.JPGFoi com este tema que o professor doutor Mário Carvalho, do  Instituto Politécnico de Leiria, partilhou algumas visões do mundo organizacional com a comunidade académica da Universidade de Santiago, ontem, 23 de janeiro, no Campus de Bolanha, organizado pelo Departamento de Ciências Económicas e Empresariais.

Carvalho começou por falar do que é ser empreendedor, explicando que (para isso) a pessoa ou organização tem que ter um horizonte bem definido, de forma a evitar o fracasso. E, para explicar o empreendedorismo, debruçou-se sobre definições de um autor bem conhecido nas áreas de economia e gestão, Peter Drucker, quando diz que hoje observamos “uma viragem da economia de gestão de empresas e instituições para uma economia empreendedora…”. Segundo o conferencista, o empreendedorismo é tudo aquilo que temos ou devemos ter dentro de nós, independentemente de trabalharmos por conta própria ou para terceiros. “É ir para além daquilo que está visível na nossa frente, é ter a capacidade de criar, inventar, inovar, quer seja na família ou no trabalho. Construir, criar algo, mesmo que não tenha nada a ver com o aspeto económico”.

Nesta óptica de empreendedorismo, apresentou à plateia algumas características do perfil de um individuo empreendedor, apontando a curiosidade, criatividade, organização e o conhecimento como sendo algumas das principais características. Entretanto, segundo Carvalho, não basta ter estas características para considerar-se um empreendedor e criar uma empresa, confiante de que não vai haver fracasso. “Não. É preciso levar em conta os princípios da sustentabilidade. No caso de Cabo Verde, as empresas têm de apostar naquilo que mais têm: o potencial humano. Pois, sabemos que o país tem poucas riquezas, que muitas vezes é castigado pela falta de chuva; mas possui o potencial humano, as riquezas naturais, como sol, mar e praia, para desenvolver projetos sustentáveis, ambientalmente”.

Levando em conta estas características, a empresa ou organização vai empregar mais pessoas, melhorando assim a sua imagem, contribuindo com a melhoria das condições ambientais, entre outros benefícios, para o país e a empresa em si.

Carvalho desafiou a plateia, pedindo-lhe que cada um pensasse uma forma de ser “empreendedor de si mesmo, na área que melhor domina”, e, para terminar, convidou a todos a assistirem um pequeno vídeo: “El Caso Miravete de La Sierra”.

Parentalidade: um tema da atualidade

images/par.JPGA Universidade de Santiago acolheu ontem, 22 de janeiro, uma conferência intitulada “Parentalidade positiva promotora do desenvolvimento e da felicidade da criança", com o intuito de estimular os estudantes a apoiarem na divulgação da importância da parentalidade, de forma a permitir que as crianças de Cabo Verde tenham um melhor desenvolvimento.

Durante o evento, a conferencista professora doutora Maria Saudade, do Instituto Politécnico de Leiria, elucidou que este é um tema que está sendo muito discutido na nossa sociedade devido às exigências do dia a dia e direciona-nos para as necessidades fundamentais das nossas crianças, principalmente nos primeiros tempos de vida.

Segundo Saudade, “a ciência diz-nos que uma criança quando nasce, a parte genética é somente uma pequena parte das suas potencialidades para o desenvolvimento e a outra parte vai depender do ambiente que lhe é proporcionado e, inclusive, do papel dos pais nos cuidados que lhe prestam, que deve ser com muito amor”. Aliás, de acordo com a conferencista, são estes e outros condicionantes que determinam a vida desta criança até a fase adulta.

O relacionamento saudável permite que uma criança desenvolva da melhor forma também a sua capacidade de autocontrolo e autossegurança, o que lhe permite ser um adulto capaz e mais seguro, uma pessoa menos estressante.

Sobre o nosso país, Maria Saudade explica que a falta de tempo é uma questão global, mas, muitas vezes, não é esse o problema e, sim, a qualidade. “Não se preocupar somente com a quantidade de tempo que se disponibiliza às crianças, mas, sim, focar na qualidade daquilo que vão fazer durante este tempo”.

Outra questão evidenciada é a monoparentalidade que, também, não é um fator somente de Cabo Verde. A conferencista afirma que isto não prejudica em si a criança, mas a dualidade de critérios utilizados na educação prejudica e muito. E não só. Pode também dificultar o trabalho da mãe, quando não existe uma certa sintonia entre os pais. “É fundamental para a construção e desenvolvimento da personalidade da criança que os pais estejam em sintonia. O que um diz, não pode ser contrariado pelo outro, e é um problema em que vale a pena intervir junto destes pais, sensibilizá-los para, mesmo que não estejam a viver com a mãe, que respeitem as decisões, tendo atenção o bem da criança”.

Maria Saudade, que está aqui em Cabo Verde há já quinze dias, aproveitou para realçar a sua satisfação em relação ao funcionamento do curso de Complemento de Licenciatura em Enfermagem que está a ser ministrado em vários concelhos do arquipélago.

“Não é fácil porque há muitas turmas e às vezes as comunicações não ajudam. Mesmo assim, penso que está a correr melhor do que pensei que iria correr. Talvez não seja igual àquela interação que existe entre professores e alunos na sala de aula, mas o sistema montado está a permitir dinâmicas interessantes”, adianta Saudade.

Saudade diz-nos que os alunos apresentam várias dificuldades, principalmente porque têm família, filhos, trabalham; nos intervalos têm aulas e, depois, têm que estudar. Mas, de forma geral, são dedicados, muito interessados e com uma certa ambição para aprenderem metodologias novas.

Neste ritmo, na visão da docente, se colocarem em prática as metodologias novas que estão aprendendo, em muitas atividades fora da aula, será uma mais valia para o sistema de saúde cabo-verdiano, e isto com resultados visíveis a curto prazo.

Concurso Nacional de Bolsas

A Universidade de Santiago, através da Direcção-Geral do Ensino Superior, divulga as listas provisórias do resultado do concurso Nacional de Bolsas. Nesta lista encontramos os que concorreram para bolsa de licenciatura de raiz, continuação de estudos e pós-graduação.

Informa-se, também, que o prazo de reclamação é até ao dia 16 de janeiro.

Consulte o link: Resultados

 

Universidade de Santiago acolhe pela 2ª vez campanha de doação de sangue

O Hospital Regional de Santiago Norte (HRSN), em parceria com a Universidade de Santiago (US), acolheu, no dia 9 de janeiro, uma ação de sensibilização e de esclarecimentos sobre a doação de sangue, antecedendo a campanha de doação de sangue realizada esta quarta-feira, 10 de janeiro, no Campus de Bolanha, Assomada. O evento teve como lema “Doe Sangue Doe Vida”.

A campanha de doação de sangue ultrapassou as expetativas da equipa do HRSN, relativamente à meta prevista. “Conseguimos atingir o nosso objetivo que era de levar para o hospital 30 unidades de sangue. Até terminámos antes da hora estipulada, porque houve uma grande adesão.” – Assegurou o responsável técnico do Banco de Sangue do HRSN, Carlos Martins.

Embora haja mais necessidade de sensibilizar, o movimento de hoje reflete o nível de sensibilização e compreensão das pessoas relativamente a este ato muito importante. “Houve uma boa mobilização dos alunos, sobretudo dos da área da Saúde”. Entretanto, Martins apela para mais engajamento das pessoas das outras áreas. “É a questão de amor ao próximo e de ajudar as pessoas sem as conhecer.”

A Universidade tem um público-alvo “que está numa óptima faixa para a doação de sangue: pessoas jovens, saudáveis e que estão na idade entre os 18 e 65 anos, que a nossa legislação prevê.” – Adiantou o técnico.

 “É um ato de amor. Hoje eu dei sangue, porque sei que estou a salvar uma vida! Quem sabe se não será de uma minha família ou um amigo?”. – Afirmou João Dias, aluno do 2º ano do curso de Direito. “Aconselho a todas as pessoas de qualquer parte do mundo a fazerem a doação, porque alguém estará a precisar, e quem sabe se um dia nós mesmos não iremos precisar!”

Silvano da Moura, bibliotecário da US, também foi um dos doadores. “Eu fui dar sangue, porque eu acho que dar sangue é salvar vida. E, há três anos, a minha avó estava a necessitar de sangue e não encontrava um doador, até que a minha irmã encontrou um, na base militar. Isto levou-me a consciencializar. Eu acho que é um ganho para mim e para o próximo, dando sangue e salvando vida. Embora eu não saiba quem irei salvar, o importante é que eu fiz a minha parte.” Por isso, Moura deixa um apelo: “Devemo-nos consciencializar e dar sangue, porque precisamos sempre de abastecer o nosso Banco de Sangue, para que os necessitados o encontrem lá.”

De salientar que esta é a segunda vez que a US recebe esta campanha de doação de sangue. Embora o HRSN já tenha estado noutras instituições para esta campanha, na Região Santiago Norte, a US é o ponto forte.

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