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Língua Gestual, noções básicas e de cuidados, em debate na Universidade de Santiago

A Universidade de Santiago, através do Departamento de Ciências da Saúde, Ambiente e Tecnologias (DCSAT), acolheu, na sexta-feira, dia 16, uma conferência sobre “Língua Gestual, noções básicas e de cuidados”. A conferência, que foi proferida pelo terapeuta da fala, Dr. Ivo Fernandes, teve como objetivo partilhar informações relevantes acerca da atuação do terapeuta da fala e alertar para a importância da integração deste nas variadas equipas de profissionais na área da educação, assim como partilhar algumas dicas para promover um ensino dinâmico, integrado na comunidade e contribuir para a prevenção de perturbações de comunicação, linguagem, fala e voz.

Durante a conferência, foram abordados temas como: a importância da língua gestual, as noções básicas e os cuidados que se deve ter, bem como a importância do trabalho em equipa de profissionais de saúde e na educação, que, de acordo com Ivo Fernandes, é fundamental e é uma boa envolvência para com quem está-se a trabalhar.

Para Fernandes, trazer este tema para a universidade é de extrema relevância, pois, ajuda os futuros profissionais a terem conhecimento sobre a importância do trabalho que irão desenvolver, mas, também, estarão aptos para exercê-lo. “É importante terem estas noções de como funciona uma equipa, tanto nos hospitais, como nas escolas e em quaisquer outras instituições.”

O terapeuta da fala realçou, também, a importância de adequar a comunicação e saber que há diversas formas de se comunicar. “Neste caso, para facilitar a comunicação com os surdos, é importante usar a língua gestual, dar este conhecimento para haver essa reintegração da comunidade surda na nossa sociedade, porque são como nós.”

De salientar que o evento contou com a participação de professores que trabalham com crianças surdas e com as de necessidades especiais e um grupo de 11 alunos surdos do Pólo nº 1 de Assomada. Estes abriram a cerimónia entoando o hino nacional em língua gestual.

 

AVISO: CONCURSO PÚBLICO 1/2018

A Reitoria da Universidade de Santiago anuncia a abertura de um Concurso Público de Provas e Títulos para o provimento do cargo de Professor Universitário da Universidade de Santiago.

O Concurso será regido pelo Edital 01/2018 e executado pelas comissões compostas por dirigentes e docentes da Universidade de Santiago, uma para cada área científica, designadas pelo Reitor da US. A selecção dos candidatos compreenderá duas fases distintas: análise curricular e entrevista aos candidatos com melhor classificação, todas as fases do Concurso serão realizadas em Assomada, Santa Catarina - Ilha de Santiago, Cabo Verde.

As candidaturas poderão ser realizadas pessoalmente, por intermédio de procurador ou via correio postal; as inscrições deverão ser recebidas na Secretaria-Geral da Universidade de Santiago, até 28 Fevereiro de 2018, no horário das 08h30min às 13h00min e das 14h30min às 17h30min. As candidaturas por correio electrónico deverão ser enviadas com o assunto "Concurso - Edital  01/2018" para: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. e as candidaturas por correio postal deverão ser enviadas para:
Secretaria-Geral da Universidade de Santiago
Campus de Bolanha
CP 4 - Assomada
Ilha de Santiago
Cabo Verde

Confira o edital

 

Academia CISCO da US abre inscrições para o primeiro curso em CCNA 1

images/CISCO1.jpgAcademia CISCO da Universidade de Santiago já tem abertas as inscrições, para o seu primeiro curso em CCNA 1 - Introduction to Networking. Este curso tem a duração de 70 horas e é considerada a certificação de nível de entrada da indústria para engenheiros de redes.

O Curso fornece uma cobertura integrada e abrangente de tópicos de rede, além de oferecer oportunidades para experiência prática e desenvolvimento de habilidades profissionais. A Academia CISCO visa capacitar os formandos com conhecimentos nas tecnologias e materiais didácticos da área. O curso é feito em regime de e-learning e conta com dois formadores certificados na área.

Informa ainda que para participar neste curso não é necessário ter conhecimentos avançados em Tecnologias de Informação.

As inscrições decorrem de 7 a 25 de fevereiro de 2018.

Inscreva-te através do link

 

Sistema educativo caboverdiano em debate na Universidade de Santiago

images/jre.JPGOs mestrandos em Pedagogia da Universidade de Santiago realizaram ontem, 1 de fevereiro, a I Jornada de Reflexão sobre a Educação, sob o lema “Conhecer para Melhor Intervir”.

Neste encontro, estiveram na mesa diversos temas, apresentados por especialistas e formandos. No ato de abertura, o magnífico reitor da Universidade de Santiago, Gabriel Fernandes, parabenizou os formandos pela iniciativa, adiantando que este mestrado é uma aposta nova para o interior de Santiago e que a Universidade não vai abrir mão da mesma, pois acredita que, com este mestrado, esta academia colocará no mercado pessoas mais capacitadas e ativas, capazes de provocar mudanças e transformar o sistema de ensino caboverdiano. É neste sentido que ele desafiou os mestrandos a se formarem e a não se acomodarem, depois: “Após este mestrado, não fiquem de mãos atadas! Partam para um desafio mais amplo, coloquem a educação ao serviço da humanidade e continuem a luta em prol da educação, contando sempre com a parceria da nossa universidade”.

Já a organizadora do evento, Aleida Furtado, docente do curso de mestrado, também no ato de abertura adiantou que o propósito desta reflexão surgiu da preocupação dos alunos, tendo em conta que “os modelos de ensino que têm vindo a ser implementados no país, são modelos que vêm já de há muitos anos, mas que não têm tido um eco positivo no nosso sistema educativo. São vários os problemas sociais neste contexto, vários os problemas administrativos que vale a pena serem discutidos para podermos encontrar juntos uma solução”, explica Furtado. A mesma adiantou que, por serem ainda alunos (mestrandos), não podem intervir, mas podem deixar propostas, para quem de direito fazer alguma coisa.

Para dar o pontapé de saída nos debates, o primeiro tema abordado foi a “Descolonização e educação em África”, apresentado por Fernando Jorge, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, que apelou para a necessidade da descolonização do currículo, assim como refletir sobre a avaliação interna das escolas.

Dando seguimento, Filomena Oliveira falou sobre um tema que gerou muito debate: “A formação de professores e os seus desafios atuais”. A oradora, partindo das diversas experiências, criticou muito o sistema de ensino que tem sido utilizado para formar professores, afirmando que “o nosso país tem tido um retrocesso neste sentido”. É que, segundo a mesma, “é preciso repensar o modelo escolar e a função do docente, visto que estamos na terceira revolução da humanidade – a era digital. Não podemos continuar a utilizar o conhecimento da mesma forma, é preciso estimular a aprendizagem, criar a cultura académica, transformar as pessoas, personalizar a aprendizagem”. Oliveira acredita que, educando as crianças no sentido de estimular a sua criatividade e de serem elas mesmas a causar a transformação, é o primeiro passo para uma educação inclusiva e permitir uma revolução no sistema educativo e da aprendizagem. Mas, para isso, explica, tem de ser mudado o conceito do papel do professor: “É preciso parar de dizer que o professor dá aulas. O papel do docente é organizar a aprendizagem”.

Como sugestão para o sistema educativo, diz ela que é preciso iniciar esta luta, “na formação dos professores, e colocá-los a terem contacto com as salas de aula desde o início e não no final do curso; mudar a organização das salas…”.

Estiveram ainda em debate: os “Problemas sociais no contexto escolar”, apresentado por Nardi Sousa; “Os desafios da educação de infância” e “Os desafios da aprendizagem”, apresentados por duas mestrandas em Pedagogia.

O segundo painel ficou voltado para a “Qualidade no ensino: avaliação e formação”, onde foram apresentados temas, como a “Organização dos agrupamentos educativos”, apresentado por Pedro Monteiro, delegado do Ministério da Educação em Santa Catarina, que falou sobre os agrupamentos e as dificuldades enfrentadas, e que foi complementado pela apresentação da mestranda Rosa Freire, com o tema “Organização dos agrupamentos educativos: desafios e propostas”

Arlindo Vieira debruçou-se sobre o “Impacto da avaliação no processo de ensino-aprendizagem”.

No final das apresentações, os desafios lançados como proposta de melhoria do sistema foram no sentido de melhorar a forma de relacionamento entre os docentes e as escolas; melhorar o sistema administrativo; promover a formação contínua dos professores; reforçar a supervisão pedagógica; melhorar a articulação vertical ministério/delegações/agrupamentos; combater o isolamento imposto pela dispersão geográfica, entre outros.

De recordar que esta jornada teve como objetivo refletir e conhecer a nova organização do sistema educativo; promover a discussão dessa organização e propor sugestões de melhoria; refletir sobre a avaliação das aprendizagens, com ênfase na avaliação formativa; analisar o papel da supervisão na promoção da qualidade do ensino; conhecer os desafios e perspetivas da educação, entre outros.

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